Orunmilá ia fazer uma viagem. Deveria realizar tributos sagrados para afastar o perigo das estradas e proteger-se dos seus inimigos. Mas Orunmilá esqueceu de fazer os tributos sagrados. Orunmilá ia pelo trilha com seu pajem Exu e sua comitiva, quando contemplou na margem da estrada pés de Obi e orobô. Orunmilá não resistiu à tentação e parou para comer de tão apreciados frutos. Enquanto comia, Orunmilá avistou que inimigos seus tinham avistado sua caravana e se aproximavam. A comitiva dispersou-se e Orunmilá fugiu correndo para dentro da mata, perseguido por seus inimigos. Orunmilá estava em situação difícil. Ao avistar um buraco, se meteu, imediatamente, dentro dele. Seguiu quando uma aranha deu início a tecer sua teia, fechando com ela a entrada do esconderijo de Orunmilá. Os inimigos não depararam-se com Orunmilá e partiram embora. Exu, que havia se separado de Orunmilá durante a fuga, procurava seu senhor pelo mato. Achou um pessoa agachado, que tinha uma faca fincada no chão. Era Ogum, que ajudou Exu a encontrar Orunmilá. Eles o retiraram do buraco com cuidado, para não fazer mal algum à aranha, que estava lá no meio da teia, tecendo, protegendo Orunmilá.

Exu
Orunmilá é escondido de seus perseguidores por uma aranha
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