Olocum vivia na líquido venerável e vivia na solo. A natureza de Olocum era anfíbia. Olocum tinha vergonha de sua natureza, pois ela não era nem uma coisa nem outra. Ela se sentia bastante atraída por Orixá Ocô, mas não pretendia ter relações com ele, pois temia ser objeto de ridículo. Olocum, portanto, requisitou conselho a Olofim, que lhe assegurou que Orixá Ocô era um pessoa sério e reservado. Olocum criou coragem e retirou-se viver com o orixá lavrador, mas este descobriu a particularidade que existia na natureza de Olocum e contou para todos. Todos permaneceram sabendo da ambígua natureza de Olocum. A vergonha executou com que Olocum se escondesse no fundo do oceano, onde tudo é desconhecido e aonde ninguém em nenhuma circunstância logrou chegar. Olocum jamais mais deixou o mar e agora só esse é o seu domínio. Outros dizem que Olocum se transformou numa sereia, ou numa serpente marinha que habita os oceanos. Mas isso ninguém jamais logrou provar.

Iemanjá
Olocum isola-se no fundo do oceano
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