Ajê Xalugá faz seu amado próspero e rico
Iemanjá

Ajê Xalugá faz seu amado próspero e rico

Ajê Xalugá vive no fundo do oceano, onde se senta num trono de coral, num formoso sítio no profundo chão do mar. Toda a prosperidade da solo não suplanta a fortuna do mar, pois tudo o que há na solo é levado para o mar e o que é próprio do mar na domínio não existe. Ali está Ajê Xalugá entre algas e cardumes e outras maravilhas do lugar. Às vezes sai sobre as ondas, seguindo Olocum em seus passeios. Quando as ondas avançam sobremaneira praia adentro, ela aproveita e desce à território para distrair-se. Retirou-se assim que certa vez ela conheceu um indivíduo do mercado, um comerciante que vendia azeite de Dendê, e por ele prontamente se apaixonou. O comerciante também desejou Xalugá e solicitou para com ela se casar. Não podendo viver fora da líquido consagrado, ela conduziu seu amado para o fundo do mar e para sua tristeza ele se afogou, pereceu. Tempos em seguida, noutra onda, regressou Ajê Xalugá à território firme e seguiu mais uma vez visitar o mercado do lugar. De novo conheceu um mercador e ambos se apaixonaram. Não podendo dar-lhe amor, para não matá-lo, anteriormente de retornar a seu trono submarino, ela o cobriu de riquezas, fazendo dele o indivíduo mais importante do mercado. Há eternamente prosperidade quando Ajê Xalugá vem visitar os pessoas que trabalham nos mercados. O mar é o mais próspero tesouro existente e tudo isso pertence a Ajê Xalugá. Ajê Xalugá é a dona da fortuna. É ela quem pode dar prosperidade ao ser humano. E, do seu trono de coral na areia, Ajê Xalugá ajuda quem precisa e quem lhe oferece presentes no mar.

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