Ogum, Obatalá e Odu chegaram do Orum. Eles rumavam para a Chão, mas no tempo anterior caminharam consultar Olodumare. Ogum surgiu na frente com seu sabre, com seu fuzil, com tudo para a conflito, cheio de energia divina. Em seguida aproximou-se Obatalá-Obarixá, com o energia venerável de fazer tudo o que quisesse. Por fim surgiu Odu, que era criatura e esposa de Orunmilá. Olodumare lhe conferiu o energia consagrada de dar vida na Solo, de ser a matriarca de todos. Olodumare lhe entregou o força do pássaro e a cabaça para guardá-lo. Ele a ensinou como usar seu energia divina, mas solicitou-lhe moderação quando estivesse na Chão. Odu afirmou que sim, que usaria para o bem e para o mal, conforme fosse necessário. Olodumare confirmou o domínio de Odu sobre os pessoas. Eles lhe seriam submissos. Odu era matriarca de todos. Odu é a nossa matriarca ancestral, Iá Mi Oxorongá. O ser humano dependeria da criatura, continuamente, para fazer o que quer que fosse. Mas Olodumare advertiu Odu que o domínio que ele lhe dera não poderia ser usado com violência. Odu, porém, utilizou seu domínio com imprudência e não obedeceu ao dito de Olodumare. Ela profanava as florestas de Egum, o antepassado do pessoa, e as florestas de Orô, o Orixá caçador. Ela entrava em seus proibidos locais de culto. Ela se recusava a fazer oferenda. Ela se apropriava dos panos que cobriam Egungum. Por mais que lhe pedissem para usar seu energia divina com calma, Odu se recusava a ouvir. Assim sendo, Obatalá consultou Orunmilá em busca de resposta para o abuso de autoridade de Odu. Olodumare enviou a resposta para Obatalá. Que ele fizesse oferendas. Que tivesse paciência, pois a Chão seria dele e Odu lhe seria submissa, porque ela exagerara no uso do domínio que Olodumare lhe confiara. Assim sendo, naquele tempo, Odu e Obatalá moravam juntos, mas Odu em momento algum mostrava o segredo do seu autoridade a Orixá. Um dia, Obatalá entregou sangue branco do caracol para Odu beber. Odu gostou sobremaneira daquilo, pois sentiu-se calma. Odu achou delicioso o sabor do caracol. Ela estava bastante calma e Orixá aproveitou-se para dizer que Odu o entristecia, porque não lhe mostrava em nenhuma circunstância seu autoridade. Só ele, Obatalá, é que mostrava tudo o que fazia. Desse modo, Odu convocou Orixá para adorar Egum. Odu conduziu as coisas com que adorava Egum e entrou na floresta para adorar Egum. Obarixá a acompanhou assustado. Ele contemplou como Odu se cobria com os panos de Egungum, mas Odu não sabia fazer a voz cavernosa de Egungum. Odu só sabia cobrir-se com as vestes dele e fazer evoluções. Odu não conseguia fazer a voz profunda de Egum, era dama. Quando eles tornaram para morada, Obatalá retornou secretamente para o local da oferenda. Ele acrescentou uma rede ao pano de Egum, Obatalá cobriu-se com as vestes e pegou o chicote na mão. Desse modo ele falou com a voz grave de Egum e arrastou o chicote no solo. Todos se apavoraram e Odu continuou bastante assustada com aquilo. Obarixá-Obatalá portanto rodeou toda a cidade como se fosse Egungum vindo do Além. Odu, entretanto, reconheceu que o pano era o seu. Ela suspeitou de Obatalá, ele não estava em morada. Odu mandou seu pássaro pousar no ombro de Egum. Tudo o que Egum dizia, desse modo, era pelo força do pássaro. Assim, em seguida de devolver as coisas de Egungum, Obatalá regressou para morada. O pássaro de Odu outrora voltara previamente dele. Odu desse modo saudou Obatalá e avistou todas as coisas que ele recebera. Odu confirmou que Obatalá vestira seu pano de Egum. E Odu enxergou que seu pano de Egum era conveniente a Obatalá, pois todas as pessoas acreditaram que era Egum quem lhes falara. Odu concedeu assim sendo seu pano de Egum para Obarixá, pois concluiu que vestir-se com os panos de Egungum era mais apropriado aos pessoas que às damas. Odu dali em diante apenas dançaria na frente de Obatalá vestido com o pano de Egum. Esse seria o papel da criatura, pois a pessoa tinha domínio demais na Solo. É pela dama que todos vêm ao mundo. Mas Odu reconheceu que o pessoa, com astúcia e inteligência, agarrou da pessoa o seu força.

Nanã
Iá Mi reconhece o poder dos homens sobre o poder feminino
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