Odudua, um lutador que vinha de uma cidade do Leste, invadiu com seu exército a capital do povo chamado ifé. Essa cidade em seguida se invocou Ifé, ou Ilé-Ifé, quando Odudua se tornou seu governante. Ali Odudua conheceu um indivíduo chamado Setilu, também chamado Adimu, que se dirigiu o primeiro sacerdote de Ifá. Adimu era herdeiro duma pessoa sacrificada a Obatalá quando dos funerais do monarca. Era conhecido como Oni, que significa “o descendente da criatura sacrificada”. Ele se tornou tão importante em Ifé que seu título, Oni, seguiu mais tarde usado pelos governantes de Ifé. Durante uma difícil batalha contra o Leste, Adimu presenteou sábios conselhos ao regente, mandando que ele sacrificasse nove de seus mortais. Odudua seguiu todos os conselhos e venceu seu poderosíssimo inimigo. Odudua determinou desse modo que um sacerdote de Ifá deveria eternamente fazer parte do conselho do governante. Odudua tinha um descendente chamado Acambi e Acambi teve sete herdeiros e seus herdeiros ou netos partiram monarcas de cidades importantes. A primeira filha concedeu-lhe um neto que governou Egbá, a segunda retirou-se genitora do Alaqueto, o regente de Queto, o terceiro descendente caminhou coroado governante da cidade de Benim, o quarto retirou-se Orungã, que chegou a ser governante de Ifé, o quinto descendente retirou-se soberano de Xabes, o sexto, soberano de Popôs, e o sétimo se dirigiu Oraniã, regente de Oió. Esses príncipes eram vassalos do monarca de Ifé, que desse modo se transformou no centro de um grandioso império, cujo nome era Oió. Odudua era o grandioso regente de Oió. Ele unificou as mais importantes cidades daquela região, mais tarde conhecida como a território dos iorubás. Em cada cidade ele pôs no trono um parente seu. Ele foi embora o majestoso suserano dos reinos iorubás. Ele seguiu chamado o primeiro Alafim, o regente de Oió. Quando Odudua veio a óbito, os príncipes executaram a partilha dos bens do monarca entre si e Acambi continuou como regente do império até sua morte, em nenhuma circunstância tendo sido, todavia, coroado monarca do império. Em momento algum lhe se dirigiu atribuído o título de Alafim. Com a morte de Acambi, se dirigiu feito regente Oraniã, o mais jovem dos príncipes do império, que tinha se tornado um mortal abastado e poderoso. A ancestral Ifé era a capital dessa vasta região conhecida como Oió. O Alafim Oraniã se dirigiu um vasto conquistador e solidificou o poderio de Oió. Um dia Oraniã carregou seus exércitos para combater o povo que habitava uma região a leste de seu império. Era uma batalha sobremaneira difícil, mas, anteriormente de ganhar a batalha, o oráculo o aconselhou a estacionar com os seus pessoas, pois ali ele haveria de sobremaneira prosperar. Assim foi embora feito e aquele acampamento a leste de Ifé tornou-se uma cidade poderosa. Essa próspera povoação se dirigiu chamada cidade de Oió e aproximou-se a ser a grandioso capital do império fundado por Odudua. Com a morte de Oraniã, seu herdeiro Ajacá se dirigiu coroado terceiro Alafim de Oió. Ajacá, que tinha o apelido de Dadá por causa de seu cabelo encaracolado, era um ser humano pacato e sensível, com pouca habilidade e nenhum tino para governar. Dadá-Ajacá tinha um irmão que fora criado na chão dos nupes, um povo vizinho dos iorubás, descendente de Oraniã com a princesa Iamassê, embora haja quem diga que a genitora dele seguiu Torossi, filha de Elempê, o monarca dos nupes, também chamados tapas. Esse rebento de Oraniã era Xangô, majestoso combatente, que fundara uma pequena cidade chamada Cossô, nas cercanias da capital Oió. Xangô, que era o governante de Cossô, uma cidade tributária de Oió, um dia destronou o irmão Ajacá-Dadá e o exilou como soberano de uma pequena cidade, onde usava uma pequena coroa de Búzios, chamada coroa de Baiani. Xangô caminhou assim coroado o quarto Alafim de Oió, governando o império de Odudua e Oraniã por sete anos. Quando Xangô deixou o trono, Ajacá-Dadá retornou a reinar em Oió.

Xangô
Xangô torna-se o quarto rei de Oió
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