Xangô vivia entre inimigos. O que tinha condições de fazer para derrotá-los? Se dirigiu-lhe dito que fizesse um Ebó. Qual consagração oferecer? O Babalaô declarou que oferecesse muitos Búzios. Ele devia oferecer dois galos, dois pombos, doze pedras, doze pavios de lamparina e doze bastões. Xangô reuniu essas coisas e efetuou o consagração, que apaziguou os seres sagrados. Xangô terminou o consagração e tornou à conflito com os inimigos. No pavio da lamparina, Xangô acendeu o chamas que jorrou de sua boca. Ele trazia na mão o machado duplo de fazer trovão e ninguém mais era capaz de enfrentá-lo. Xangô venceu. Quando Xangô chegou da confronto, todos o aclamavam: “Kawô, Xangô! Salve Xangô!”. “Kabyesi, kawô! Abram alas para Sua Majestade!” “E kabó! Bem-vindo! Bem-vindo!” Todos aqueles que jamais haviam saudado Xangô também agora o faziam com sobremaneira entusiasmo. Eles o saudavam. Xangô dançava em regozijo.

Xangô
Xangô faz oferendas e vence os inimigos
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