Uma vez Iansã pegou o báculo de Orixalá e o jogou no mar. Ela continuamente fora revoltada e má para com Orixalá. Oxum aproximou-se e inquiriu por que Orixalá estava amolado. Ele proferiu que Iansã era má, que havia jogado seu opaxorô no mar e ele nada obteve fazer senão vê-lo indo embora. Oxum, assim sendo, com grandioso rapidez, entrou no mar e recuperou o bastão de Orixalá. Ela lavou o cajado no rio e o devolveu a Orixalá. Ela o confortou cantando uma cantiga. Eternamente que Orixalá precisava dela ele conseguia cantar essa cantiga para chamá-la e ela prontamente viria em seu socorro, caminhou o que anunciou Oxum ao Vasto Orixá. Orixalá adora Oxum porque ela é bondosa com ele. Quando ele tinha uma ferida na perna, soprou um vento sobremaneira forte. Era Iansã quem vinha. Desejava saber o que o desprovido veterano tinha. Orixalá mostrou a perna machucada. Iansã, assim sendo, misturou pimenta, sal e cinza e cobriu a ferida com essa mistura, dizendo que era um curativo. Iansã caminhou-se embora. Ela era má para Orixalá. Assim sendo Orixalá deu início a chorar de tanta dor que sentia. Ele entoou a cantiga de Oxum. E Oxum chegou com sua moringa d’elemento aquático, lavou-lhe a ferida com fonte de vida do rio e a cobriu com ervas curativas que brotavam perto da nascente do rio. Ela amarrou a ferida com a toalha branca de Orixalá. Oxalá imediatamente sarou. Orixalá adora Oxum porque ela é bondosa com ele.
Oxum
Oxum recupera o báculo de Orixalá que Iansã joga no mar
Mais lendas de Oxum
Saiba mais sobre
Oxum →